quarta-feira, 26 de março de 2014

Pompoarismo, a técnica que toda mulher deveria praticar

Que homem nunca quis uma super mulher na cama?
E que mulher nunca quis dominar seu homem através do sexo?
Então, o pompoarismo está aí exatamente para isto.
Além de aumentar a autoestima da mulher, a pratica também previne algumas doenças e auxilia na saúde da mulher na incontinência urinária e fecal; ajuda no prolapso feminino; em algumas infecções reincidentes; aumenta o tonus muscular da região genital; prepara o canal para o parto; contribui na recuperação pós-parto; combate o ressecamento vaginal, verdadeiro vilão para a pós-menopausa; aumenta a libido; facilita os orgasmos e ainda regula os hormônios da mulher.
O pompoarismo é uma técnica milenar que veio da Índia, mas que foi mais difundida na Tailândia, onde é passada de mãe para filha. É uma técnica muito valorizada por lá, tanto que  o valor do dote recebido no casamento depende do quanto a filha aprendeu nas lições de casa.
Esta técnica é muito benéfica para a saúde e grande aliada do prazer, tanto para a mulher, como para o homem: com a região pélvica da mulher fortalecida, o homem tem sensações muito mais intensas, assim como as mulheres.
Mas vamos à prática: é aconselhável  que as mulheres tenham a orientação de um profissional, mas vou dar algumas dicas fáceis e que qualquer uma pode fazer, até mesmo enquanto espera em uma fila.
Pra começar, quando for fazer xixi interrompa-o e depois solte totalmente. Faça isso somente para você aprender a identificar a musculatura e o seu primeiro anel, o ideal é praticar estes movimentos diariamente. Procure fazer pelo menos 3 séries de 15 repetições. É natural sentir dificuldades na primeiras tentativas, mas não desanime, os resultados positivos aparecerão logo nas primeiras semanas.
Agora um exercício simples: a mulher deve relaxar a musculatura vaginal; para isso deve fazer a contração e soltura no canal da vagina, como se estivesse puxando algo pelo canal e em seguida soltando, se concentrando neste movimento (esse é um bom exercício pra se fazer na fila de um banco).
Para se ter resultados mais rápidos são indicados alguns instrumentos, como o bullet ou o personal (ambos vibradores) que ajudam no desenvolvimento do tônus  muscular.
Existem exercícios com pesos próprios para pompoarismo, este já é um pouco mais avançado. Geralmente estes pesinhos, também conhecidos como cone vaginal, são vendidos em um kit contendo pesinhos de 20 a 70 gramas cada  um, sendo identificados pela cor, que pode variar de acordo como fabricante. Nesta pratica deve-se iniciar com os pesinhos mais leves, colocando-o no fundo da vagina e segurando com a contração da musculatura, isso pode ser feito durante o banho: por exemplo, quando conseguir segura-lo sem grande esforço, aumente o peso, assim como fazemos na academia.
Outro instrumento utilizado são o Ben-wa (que são duas bolinhas ligadas por um cordão) ou colar tailandês (que é um conjunto de 5 bolinhas interligadas). Ambas são próprias para a prática do pompoarismo; o intuito destas é que com a força da vagina você consiga suga-las  e expeli-las.
É bom lembrar que estes produtos merecem atenção especial, devendo ser higienizados antes e depois de  cada uso.
Vale lembrar também que mulheres com prolapso genital, ou infecção urinária não devem realizar esta pratica. Nestes casos a pessoa nunca deve interromper o jato de urina para avaliar sua musculatura vaginal, pois isso pode causar danos aos rins. Por isso que deve-se procurar o auxilio de um profissional antes de qualquer coisa.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Sexo tântrico - uma experiência mais do que carnal, uma evolução espiritual

O tantra é uma parte do Ioga, que trata da parte sexual, esta técnica é originaria do norte da Índia e tem mais de 5 mil anos. Através da meditação, você evolui para o máximo do prazer, controlando seu corpo, uma relação sexual pode durar o dia todo. Para iniciantes é uma pratica um tanto difícil, sendo que exige muita concentração, disciplina e total sintonia  do casal.
O Tantra é uma filosofia comportamental, é a arte de conhecer-se com a ajuda do outro. Pela tradição hindu, o sexo é encarado como uma porta para o aumento da consciência, já que, no Tantrismo, a energia do ato sexual pode nutrir outras áreas da vida. Tendo o corpo como um templo e considerando a mulher como uma deusa, o sexo torna-se sagrado e elimina os limites entre o físico e o espírito. Porém, o Tantra é muito mais do que apenas uma instrução sexual. Um bom livro é "Guia Completo do Sexo Tântrico",  onde a Dra. Judy Kuriansky traz noções básicas e necessárias para que se possa colocar em prática essa nova forma de amar, mais excitante e profunda. Para isso, não é preciso nenhuma mudança radical em sua vida. Mantenha suas crenças, religiões e todos os aspectos que julgue importantes, e agregue apenas algumas práticas simples ao seu dia-a-dia.
Para que ele aconteça é necessário que ambos aceitem e é mais fácil quando já existe o habito da meditação e relaxamento. A meta deste encontro não é o orgasmo, mas sim o reconhecimento de outro nível espiritual. É importante que haja a preparação do ambiente, recomenda-se um ambiente com luz de velas, música suave, incenso, flores e lençóis macios, inicie fazendo exercícios de relaxamento para abaixar a frequência respiratória, cardíaca e cerebral para entrar em sintonia, o exercício deve ser feito com os dois sentados, de
costas um para o outro, enquanto um inspira o outro expira, sentindo como a energia flui pelo corpo de ambos, dominar a respiração é vital para qualquer tipo de meditação incluindo o sexo tântrico.Não se recomenda praticar o sexo tântrico na cama, pelo menos nas primeiras fases. O habitual é fazê-lo no chão, adequadamente condicionado com esteiras ou tapetes de ioga para que ambos estejam confortáveis.
Sentarem de frente um para o outro, nus com as pernas cruzadas, continue a concentrar-se na respiração, inspirando profundamente e soltando o ar naturalmente, trocando olhares e deixando com que as carícias aconteçam naturalmente, troquem carícias lentamente com palavras de amor, pode-se usar óleo balsâmico para uma massagem suave. Beijar a boca e zonas erógenas sempre lentamente, faça com que o outro sinta o poder do desejo sexual através dos seus lábios.
 Não deve haver pressa para a penetração e quando ela ocorrer não deve haver movimentos, ambos devem concentrar-se neste momento  sem parar com as carícias não perdendo a concentração na respiração.
A meta final é aproveitar ao máximo a energia sexual, por isso deve-se evitar a ejaculação, ambos devem se segurar ao máximo para que não haja orgasmo, após muito minutos, nos níveis mais avançados horas, de beijos, carícias e penetrações tântricas (sem movimentos), ambos chegarão a um nível em que a energia virá de repente, o pico de prazer que acompanha o orgasmo recorrerá todo o seu corpo e não ficará apenas na área genital, proporcionando um prazer como poucos.
Assim como o homem  não ejacula pra poupar sua energia, algumas mulheres com o passar do tempo conseguem parar de menstruar e até mesmo de ovular, sem tomar qualquer tipo de medicamento, apenas com técnicas tântricas, diz o mestre de Ioga Victor Lino e podem voltar a ovular quando quiserem. Segundo ele "O sangue que ela perde causa um estresse no corpo que precisa arrumar formas para supri-lo".
O sexo tântrico não é uma prática simples, por isso recomenda-se a orientação, ora seja com livros, aulas ou consultas, a ideia é avançar por um caminha que lhe permita desfrutar ao máximo da sua energia sexual como casal, alcançar um nível acima da média, e começar a desfrutar do sexo a partir de outra perspectiva.
Não espere que no primeiro encontro de sexo tântrico consiga alcançar uma duração máxima. Trata-se de um processo evolutivo que requer muita concentração, meditação e paciência para alcançar os resultados, que se obtêm de forma gradual. Aumente a periodicidade dos encontros, trabalhe a respiração e concentração e verá como conseguirá melhorar no sexo tântrico.




segunda-feira, 17 de março de 2014

Squirt, você sabe o que é?

Squirt, pra quem nunca ouviu falar é a ejaculação feminina, que comentei esses dias quando falei da diferença do orgasmo feminino pro masculino. Pois é, pro espanto de muitos, a mulher também é capaz de ejacular. Mas como?
Antigamente, acreditavam que a mulher depois de um orgasmo muito intenso deixava escapar um pouco de urina, mas estudos comprovaram que isso na verdade era uma ejaculação. Todas as mulheres têm a capacidade de ejacular, mas poucas o conseguem pelo simples fato de que para isso é necessário estimular o Ponto G (a próstata feminina) onde não só se esconde a possibilidade de ter intensos orgasmos mas também a de fazer o squirt, por isso o primeiro passo para viver esta experiência é identificar onde se encontra o seu ponto G. Aí vai uma breve esplicação sobre o assunto:
Muitos dizem que na verdade ele não existe, mas existe sim, o Ponto G fica bem no início da vagina, é
apenas uma massa de tecido nervoso localizado a meio caminho entre a parte de trás do osso púbico e o topo da cerviz. Para complicar mais um pouco, o tamanho e localização variam de mulher para mulher, mas será usualmente do tamanho de uma pequena avelã, está situado cerca de 3 a 7 centímetros dentro da vagina logo por debaixo do osso púbico. Com a mulher deitada insira os seus dois dedos – lubrificados – na vagina cerca de 2 a 5 centímetros dentro da vagina em direcção ao umbigo. Pressione delicadamente com 1 ou 2 dedos contra a parede da vagina superior (por debaixo da zona púbica), sentirá uma zona mais rugosa diferente das restantes paredes da vagina, quando estimular o local certo, ele inchará um pouco, quase da mesma forma que o penis. Massaje suavemente, desfrute da excitação, pressione um pouco o ponto G e solte, vá experimentando as sensações que esta prática lhe provoca. No começo pode parecer estranho, talvez sinta uma ligeira pressão na bexiga mas é muito importante continuar porque à medida que o vai fazendo o prazer vai-se instalando de forma incrível. Nas primeiras vezes pode ser que não aconteça o squirt, vá experimentando o ritmo e a forma de estimular e ao mesmo tempo exercite os seus músculos pélvicos, isto pode ser feito contraindo-os e soltando como se estivesse segurando a urina. Faça-o enquanto se toca e estimula o seu ponto G com intensidade e sem perder a concentração e a excitação.
Quando a sensação de orgasmos estiver iminente, deverá retirar rapidamente o seu dedo e à medida que o prazer a invade, sentirá um esguicho pela sua vagina, continue a pressionar, está prestes a sair, viva a experiência ao máximo e desfrute porque conseguiu a ejaculação feminina.
Para orgasmos intensos pressione o Ponto e o Clitóris ao mesmo tempo. Também podem ser utilizadas algumas posições que possibilitam alcançar  o Ponto G durante o ato sexual.
Mais informações sobre o assunto, você pode encontrar no livro "Seja uma amante sensacional" do autor Lou Paget.


sexta-feira, 14 de março de 2014

Existe diferença entre o orgasmo feminino e o orgasmo masculino?

Tá aí uma coisa que me pegava perguntando, sinceramente, queria ser homem por um dia pra poder fala isso com certeza, mas como não posso, vamos aos estudos científicos sobre o assunto.
Segundo estudos da Universidade de Groningem, na Holanda , observaram a atividade cerebral de voluntários e voluntárias enquanto se masturbavam, e apesar de encontrar padrões bem diferentes enquanto as pessoas passavam por momentos de excitação o orgasmo em si não pareciam tão diferentes. A pouca diferença nos momentos que antecedem o clímax dá-se pela diferença do "equipamento".
Quando a oxitocina começa a ser liberada durante o sexo, tanto homens como mulheres experimentam contrações dos músculos da pélvis e zona genital que geram grande prazer. Em ambos sexos aparecem da mesma forma, só que no caso das mulheres contraem-se os músculos vaginais e o útero, e no caso dos homens os músculos da próstata, canal deferente e vesículas seminais.
Apesar disso, existem duas diferenças fundamentais: a primeira delas é que normalmente os homens ejaculam durante o sexo, um processo que costuma acompanhar o orgasmo masculino. A ejaculação e o orgasmo não são a mesma coisa, podendo acontecer um sem o outro, mas como eles normalmente chegam juntos, costuma-se falar deles como se fossem a mesma coisa. Bom, pra quem não sabe, existem mulheres que conseguem ejacular, mas são a exceção à regra, já que não é considerada uma reação sexual feminina, outro dia falo sobre este assunto.
O período refratário (quando o pênis perde a rigidez e entra no estado de repouso) é a segunda diferença que aparece quando comparamos os orgasmos femininos e masculinos, já que as mulheres não ejaculam (em sua maioria), não passam por esse período refratário, por isso possuem a capacidade de ter vários orgasmos em um mesmo encontro sexual e podem ser multiorgásmicas. Mas nem todas as mulheres são multiorgásmicas, e nem todos os homens possuem só um orgasmo por encontro sexual; homens que praticam o sexo tântrico, usam sua concentração durante o encontro sexual e são capazes de experimentar um ou vários orgasmos antes de ejacular. Porém o mais comum é que o homem depois de ejacular deva esperar um período de tempo antes de conseguir outro orgasmo, e essa é considerada uma das diferenças básicas com a capacidade feminina de conseguir vários de forma sucessiva.
De uma forma geral concluíram então, que apesar de todas as diferenças existentes no final a sensação de prazer é muito parecida, na verdade são os estímulos que são diferentes, mas a explosão neural do orgasmo é bem parecida.


terça-feira, 11 de março de 2014

O Kama Sutra - O que você ainda não sabia

Hoje vou falar sobre a História do Kama Sutra, que embora seja um livro de sexo, enfatiza o modo que o casal deve praticar o ato sexual envolvendo os 5 sentidos: Tato, olfato, visão, paladar e audição. Mas ele vai muito além.
Na verdade o Kama Sutra vem da lenda de Kama Shastra, que significa “escola do kama”, a vasta tradição de textos indianos sobre sexo, como o Ratirahasya (datado do século 12), o Ananga Ranga (de 1172) e o próprio Kama Shastra, livro mitológico que teria sido escrito pelo touro sagrado Nandi, guarda (e, ocasionalmente, montaria) do deus Shiva, de acordo com a tradição hindu. 
Nandi resolveu compartilhar com os homens o que aprendeu ao ficar parado na porta do quarto de Shiva enquanto ele estava no bem-bom com a patroa, Parvati. A lenda é contada pelo filósofo indiano Mallanaga Vatsyayana na introdução de seu Kama Sutra, o original, do século 4. Lá, ele afirma que o livro é a compilação final desse texto do deus Nandi – que, por sua vez, também teria separado 1000 capítulos de um tratado de 100 mil sobre tudo e um pouco mais, feito pelo deus Prajapati. O Kama Shastra foi assim sendo resumido até chegar às sete partes e 36 capítulos do Kama Sutra de Vatsyayana.
O Kama Sutra é um texto indiano, escrito por Vatsyayana Kamasutram, no início do século IV, que descreve o comportamento sexual humano.
Segundo a história, Kama representa o amor e o prazer, sendo uma das bases da religião hindu, enquanto que Sutra é um termo técnico que representa guia ou manual, transformando então Kama Sutra em ‘Manual do Amor’. 
Naquela época, o nobre típico hindu levava uma vida de luxo ocioso e tinha bastante tempo livre para se dedicar, se assim o desejasse, ao aprendizado e ao aperfeiçoamento das habilidades sociais, sexuais e artísticas descritas em livros como o Kama Sutra.
Esperava-se do cidadão ideal que dedicava sua vida à conquista de três metas: 
  •  darma - aquisição de mérito religioso;
  •  artha - aquisição de riquezas e
  •  kama - aquisição de amor ou prazer sexual.
O Kama Sutra pretendia ajudar na terceira destas metas
Estas três metas possuem suas contrapartes modernas. Muitos de nós não somos tão voltados para a religião,mas buscamos desenvolvimento pessoal e realização; muitos de nós não aspiram grandes riquezas, mas sim ter o dinheiro suficiente para viver confortavelmente; e a maioria de nós quer um relacionamento sexual carinhoso. Os hindus acreditavam que as pessoas que praticassem os três pilares, sem se tornarem escravos da paixão, conseguiriam ter sucesso em todos seus negócios.
O Kama Sutra traz um conjunto de regras sobre a prática do amor, segundo os princípios da filosofia indiana, que eleva o sexo a uma experiência sexual magnífica. As exigências físicas para realização das posições do Kama Sutra o tornaram famoso, pois algumas parecem perfeitas acrobacias e outras, lembram as posições usadas na Yoga.
O livro não é apenas um manual de posições. Além de descrever, detalhadamente, 64 formas de amar, consideradas essenciais, pretende também ser um guia para desenvolver o erotismo e sensualidade de ambientes, situações e pessoas. Velas e óleos aromáticos, comidas afrodisíacas, perfumes e músicas, fazem parte de todo o ritual. Nos próprios desenhos que ilustram o manual, é fácil perceber como estavam sempre enfeitados com tecidos leves, coloridos e sensuais e cheios de adornos como colares e brincos. 
Nele também tem explicações de masturbação e apesar de ser um resumo ele é um guia para absolutamente tudo em matéria de amor e sexo, para mulheres e para homens – incluindo como usar brinquedos sexuais, sexo grupal, sadomasoquismo, homossexualismo, sedução, conquista, como se casar, como segurar o marido/esposa e como lidar com prostitutas e cortesãs (e também como elas devem lidar com os clientes). Outros livros surgiram inspirados no Kama Sutra seguindo a mesma linha erótico-sensual, muitos
séculos depois.
O Kama Sutra era destinado aos homens, pois as mulheres na época eram submissas demais, mas isto não quer dizer que ele ignora as necessidades femininas. Hoje, com a liberação feminina este é um tema interessante para a leitura a dois.

Fontes: Site Guia do estudante
Livro Kama Sutra - Guia de Bolso


sábado, 8 de março de 2014

Hoje, dia 8 de março, dia internacional das mulheres vou contar alguns segredinhos de como elas gostam!!!

Hoje, dia 8 de março dia internacional das mulheres vou contar alguns segredinhos de como fazer o sexo perfeito para mulheres.
Homens, prestem muita atenção para surpreende-las!
 Antigamente se pensava que mulheres não tinham interesse por sexo, talvez até seja isso mesmo, pela repressão social que existia naquela época. Hoje já podemos afirmar que a grande maioria gosta e tenta a cada dia mais agradar seu parceiro e por esse motivo ele também deve buscar formas para agradar elas.
Muitas mulheres vem buscando o prazer sem relação com sentimentos, mas para a maioria delas, chegar a plenitude sexual é necessário amar e ser amada em primeiro lugar; ela tem que se sentir desejada como pessoa, antes de ser desejada como um corpo bonito.
O homem deve demonstrar interesse pelo que a mulher faz na cama e fora dela, deve sempre tratá-la com carinho, demonstrar seus sentimentos para ela é muito importante, o romance é cultivado nas palavras e nos atos, palavras de carinho e afeto são muito excitantes para ela.
O homem deve tocar a mulher sempre, não somente durante o ato sexual, deve dar carinho, beijinhos, dar as mãos, são estes pequenos gestos que faz com que a mulher se sinta desejada e ele deve reparar em cada reação, a cada toque para saber o que mais a agrada.
Além de tudo isso existem algumas posições que são mais prazerosas para a mulher, claro que isso é muito particular de cada uma, mas algumas proporcionam um maior prazer, o homem conhecendo essas posições pode utilizá-las para levar sua parceira ao prazer extremo.
Ambos devem experimentar o prazer extremo para isso é importante que ambos falem o que agrada e o que não agrada na hora H, mas fazer uma surpresa de vez em quando é bom.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sexo faz bem para a saúde

Além do bom relacionamento do casal, sexo também faz bem para saúde, estudos indicam que uma vida sexual saudável traz benefícios para o nosso organismo. Vejam alguns benefícios proporcionados por ele:
  • Em pesquisa realizada na Escócia, pela revista "Biological Psychology" mostrou-se a estabilização da pressão arterial e diminuição do hormônio cortisol, que fica elevado em situações estressantes. O levantamento mostrou que aqueles que fazem sexo antes de algum evento importante têm um desempenho melhor. Além disso, as endorfinas liberadas durante o sexo ajudam a aliviar a tensão, dores de cabeça, da artrite e da TPM, indica um estudo publicado no 'Bulletin of Experimental Biology and Medicine'. Após a relação sexual, podemos ficar até 50% mais resistentes à dor e deixar de lado os momentos ruins do dia.
  • Trinta minutos de sexo queimam 85 calorias, em média. Para a sexóloga Patti Britton, presidente da Associação Americana de Educadores e Terapeutas Sexuais, as relações sexuais podem ser uma ótima forma de gastar calorias extras.   
  • Uma vida sexual ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, que protege o corpo de infecções como as gripes e os resfriados. Basta fazer sexo uma ou duas vezes na semana para ter o benefício, mostra um estudo feito pela Wilkes University, nos Estados Unidos. 
  • Exercícios para fortalecer a região pélvica podem ser feitos enquanto está sentada trabalhando (através de contração da região do períneo)  e, também, durante o ato sexual. Eles até aumentam o prazer, além de ajudar a melhorar o controle da bexiga.
  • Manter relações uma ou das vezes por semana pode diminuir o risco de infartos pela metade, diz estudo, publicado no 'Journal of Epidemiology and Community Health'.
  • Ejaculações frequentes, principalmente nos homens mais jovens, podem proteger contra os tumores na glândula após os 50 anos. Neste caso, o ideal é fazer sexo ao menos cinco vezes por semana para reduzir o risco de câncer por um terço. O estudo foi publicado no 'Journal of the American Medical Association'.  
  • Mulheres que gostam de sexo vivem mais do que as que o evitam. E o ato pode fazer com que elas se sintam de dois a oito anos mais jovens.
  • Ter um orgasmo alivia temporariamente os seios nasais. Portanto, sexo é bom contra as alergias. Ainda sobre o orgasmo, ocitocina, que é liberada durante o orgasmo, também é um excelente sonífero. 
  • Uma boa noite de sexo pode aumentar o seu QI. A estimulação vinda através de sexo não é apenas por prazer, ela melhora o funcionamento do seu cérebro também.
  • Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh mostraram que os casais que têm mais contato físico são também os mais felizes. O motivo é a ocitocina, também conhecido como o hormônio do amor, que aumenta a empatia e a generosidade. 
  Ufa!!!
 Então, depois de todos esses benefícios, o que você ainda está esperando? Vamos melhorar a saúde com sexo e além de tudo aumentar nossa autoestima! Mas não se esqueçam da camisinha!!!

terça-feira, 4 de março de 2014

História do Beijo na boca

    Não se sabe ao certo a data exata, sabe-se que as primeiras referências vem de 2.500 a.C., onde as carícias aparecem em colagens nas paredes dos tempos de Khajuraho, na Índia.O ato teve diferentes significados e tem até os dias atuais, mas nem sempre simbolizou demonstração de carinho.
   Na antiguidade os homens persas do mesmo nível hierárquico trocavam beijos na boca em sinal de respeito. Caso um dos homens fosse de um nível inferior, deveria beijar o rosto do outro. Na Grécia Antiga, por volta de 300 a.C., a hierarquia também determinava onde beijar. A quem fosse da mesma classe, era permitido trocar um beijo no rosto ou na boca; agora, quem fosse considerado inferior deveria se contentar com um beijo no rosto. Outra curiosidade: nessa época, para homenagear os deuses, os gregos passavam as pontas dos dedos na boca e tocavam em obras de arte. Era uma demonstração de respeito e amizade aos deuses.
  Já na Roma Antiga, a ordem social também estabelecia as carícias trocadas. Existia o beijo basium, dado na boca entre conhecidos; o osculum, entre amigos íntimos; o suavium, entre amantes. Lá, quem era nobre influente tinha permissão para beijar os lábios dos imperadores e, quem tinha menos poder, só tinha aval para beijos nas mãos. Quem era súdito, então, coitado, deveria se ajoelhar e dar uma beijinho no pé do Imperador.
   Na Inglaterra da Renascença, a população já era beijoqueira. Quem ia visitar um conhecido deveria, em sinal de respeito, beijar o anfitrião, sua esposa, filhos e até os bichos de estimação. Todos na boca! Mas nem sempre os ingleses foram tão liberais. No século 15, o rei Henrique VI, para evitar a proliferação de doenças, proibiu que os ingleses se beijassem. Mais tarde, no século 17, Oliver Cromwell proibiu a troca de beijo aos domingos. Quem desrespeitasse a lei poderia até ser preso.
   Por aqui, o beijo já passou bem longe da boca. No século XVII, para demonstrar afeto, bastava dar um beliscão no companheiro. Alguns historiadores relacionam o gesto ao “namoro camponês”, importado de Portugal. Lá, beliscões e outros gestos como pisadas no pé e mútuos estalos de dedos representavam os desafios da vida rural.
   Na língua dos esquimós, a palavra “beijar” é sinônima de “cheirar”. Por isso que, na hora de dar um “beijo de esquimó”, esfregam-se os narizes. Por aqui, “cheirar” também pode ser sinônimo de “beijar”, afinal, quem nunca ouviu alguém do Nordeste brasileiro mandar um cheiro?
   Ao que parece, o beijo em que as línguas se entrelaçam é francês e a expressão surgiu por volta de 1920. Mas os franceses não assumiram a invenção. Por lá, o beijo francês – ou de língua – é conhecido como beijo inglês. Vai entender…
   Mesmo hoje, o beijo tem diferentes significados. Na África do Sul, por exemplo, trocar saliva é um ato repulsivo para a tribo dos thonga (lá, a boca é encarada como a fonte da vida e o dono deve ter cuidado para não a contaminar). Nas Ilhas Trobriand, no Pacífico Sul, rola o contrário: antropólogos já observaram que a população passava horas se beijando (e dando umas mordidinhas no parceiro!). Ficou impressionado? Então, prepare-se: se você fosse de uma tribo da Nova Guiné, ao invés de dar um beijo de despedida, teria que dar uma passadinha de mão na axila do companheiro e, depois, esfregar o cheiro dele no seu próprio corpo. Você encararia?
 Uma dica de leitura para quem se interessou pelo assunto: “História íntima do beijo”, de Julie Enfield (Editora Matrix)
Fonte: Super Interessante 

segunda-feira, 3 de março de 2014

O vibrador como aliado

Para quem nunca procurou artigos de sex shop, com certeza se impressionaria com a variedade de vibradores existentes no mercado.
O vibrador é um objeto que promove  o prazer através da vibração, possui vários modelos, com muitos formatos e variações na sua velocidade, sendo que há modelos específicos para as regiões do ânus, vagina e clitóris. São indicados na atividade sexual individual ou  para o casal, pois promovem o orgasmo, auxiliam no autoconhecimento e desejo sexual.
Mas espera um pouco...para o casal???? Sim, isso mesmo!!!
Muitos homens ainda sentem-se inseguros quando a parceira apresenta um vibrador e demonstra desejo em usá-lo. A maioria desconhece seu uso e os vê como um "concorrente", e não como um aliado ao prazer sexual de ambos.
Mas o ato de introduzi-lo na prática sexual do casal pode ser uma experiência muito prazeirosa e muitas vezes, até mesmo tirar o casal da rotina, sendo que o vibrador proporciona sensações diferentes.
É importante que o casal converse antes sobre o assunto, expondo suas ideias pois surpresas deste tipo podem não agradar.

Vejam algumas dicas de como  o homem pode usá-lo com sua companheira:
O homem deve conhecer a anatomia genital e sexual feminina antes de tudo. Os locais de maior prazer feminino são o clitóris e a região do ponto G (localiza-se há uns 2 cm na parede anterior da vagina, no “teto”).
O homem pode usar o vibrador para promover na mulher dupla estimulação, exemplos:
1- Enquanto faz sexo oral pode usá-lo na região do ponto G;
2- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o clitóris;
3- Enquanto faz penetração vaginal pode usá-lo estimulando o ânus.
A dupla estimulação proporciona a facilitação do orgasmo e um aumento na intensidade deste, promove na mulher aumento do desejo e lubrificação sexual com sua prática.
Agora é só escolher o tipo que mais agrada e usa-lo, mas lembre-se também é bom certificar-se que você não terá uma reação alérgica do material do vibrador, por isso deve-se prestar atenção na composição do produto antes de usar.

sábado, 1 de março de 2014

Você sabe como surgiu o vibrador?

Muitas vezes ficamos a pensar como foi a invenção de várias coisas e uma coisa que nunca tinha visto ninguém falar era sobre a invenção do vibrador. Curiosa, fui procurar e vejam o que encontrei, juro que nunca tinha imaginado.
1° vibrador a vapor (Fonte: Super Interessante)
Nas primeiras décadas do Século 19 mulheres que apresentavam irritabilidade, insônia, ansiedade, dores de cabeça, choro e falta de apetite, entre outros sintomas, eram diagnosticadas com “histeria”, uma doença psíquica exclusivamente feminina, aonde acreditavam que havia um deslocamento do útero para este diagnóstico.
Assim, para controlar a “histeria”, o tratamento recomendado era a massagem no clitóris, feita diretamente pelo médico, em consultório. Com as mãos, o médico estimulava a paciente até que ela atingisse o “paroxismo histérico”, conhecido hoje como orgasmo. Para agilizar as sessões nos consultórios, o médico americano George Taylor patenteou, em 1869, o primeiro vibrador, a vapor, e o batizou de "The manipulator". O vapor não durou muito. Em 1880, o médico inglês Joseph Mortimer Granville inventou o vibrador movido à manivela. Já em 1902 surgiu o primeiro vibrador elétrico, lançado pela empresa americana Hamilton Beach.
Nessa época, os vibradores deixaram de ser usados apenas nos consultórios médicos, e as mulheres passaram a usá-los em casa. Ainda assim, o conceito de que aqueles sintomas caracterizassem uma doença só foi abolido pela Associação Americana de Psiquiatria em 1952.
Hoje, existem tipos variados, cores, tamanhos, funções, a cada dia uma novidade no mercado, muito mais procurados do que se imagina e desperta curiosidade de muitos.
Pra quem interessar mais informações, pode conferir um pouco mais desta história que é retratada no Filme “Hysteria”, fica então a dica.





                                                            Fontes: Super Interessante
                                                                       Adoro Cinema